segunda-feira, 21 de maio de 2018

THE DOORS - L.A. WOMAN - SENSACIONAL!*****

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Por volta de 1969, os Doors já tinham alcançado o sucesso e a aceitação da crítica, mas durante o mesmo ano, foram censurados pelas rádios e a audiência aos seus concertos diminuiu após Jim Morrison ter sido acusado por difamação e exibicionismo num concerto em Miami, Florida, no início de março. Os promotores da banda temiam que este incidente se repetisse. Morrison, que era reconhecido mais como poeta que músico, e que também já tinha começado trabalhar em filmes, no final de 1968 mencionou sair da banda, mas foi convencido pelo teclista Ray Manzarek a ficar por mais seis meses. Em setembro de 1970, Morrison foi condenado pelo incidente de Miami. Em novembro, os Doors foram para os estúdios Sunset Sound Recorders, em Los Angeles, para gravar as primeiras versões de "L.A. Woman", "Riders on the Storm" e "Love Her Madly". Estas novas músicas marcam um afastamento das composições anteriores, fortemente orquestradas, do álbum The Soft Parade, que ocupou o grupo em longas sessões de gravação. O estilo simples e direto, característico de Morrison Hotel, foi bem recebido, "Um regresso à pura raiva das primeiras músicas dos Doors". A banda entrou em conflito com sua gravadora, a Elektra Records, que lançou a primeira compilação do grupo, o álbum 13, para ser vendido no Natal. Foi comercializado sem a colaboração da banda, e mostrava um jovem Morrison, o que o irritou muito ao ponto de ameaçar assinar com outra gravadora. Como o contrato que tinham com a Elektra previa mais um álbum, o grupo não conseguiu seguir em frente com a ameaça, e continuou a ensaiar material novo. O produtor Paul A. Rothchild, que tinha trabalhado com a banda nos seus cinco primeiros álbuns, participou nas primeiras sessões, mas acabou por sair por problemas com o grupo. Uma das questões era a sua insatisfação com a canção "Love Her Madly", que, lembra Rotchild, "o fazia sair do estúdio". Ele achava que gravar aquela música significava um passo atrás na criatividade artística do grupo. Rothchild também deixou o grupo porque eles eram lentos na preparação de material novo. O seu entusiasmo em colaborar com os Doors deteriorou-se ainda mais por não ser capaz de convencer Morrison a aparecer nos ensaios. "L.A. Woman" encerra o primeiro lado com a música que dá título ao álbum, a mais longa deste trabalho. Pensada como o último adeus de Morrison a Los Angeles, transmite os seus sentimentos ambíguos de paixão e desdém pela the city of night ("cidade da noite"). A letra inclui um anagrama para MORRISON: “Mr. Mojo Risin”. O álbum L.A. Woman foi lançado em 19 de abril de 1971. Chegou ao nono lugar da Billboard 200, permanecendo na tabela de vendas durante 36 semanas, e alcançou o lugar 28 no Reino Unido, onde esteve quatro semanas. Os críticos avaliaram "L.A. Woman" como um dos melhores álbuns dos Doors, salientando o entusiasmo inabalável de Morrison no seu desempenho vocal, e o regresso da banda às suas origens de rock e blues. Três meses depois de ser comercializado, no dia 3 de julho, Morrison foi encontrado morto em Paris.

sábado, 19 de maio de 2018

A FESTA DE LANÇAMENTO PARA A IMPRENSA DO SGT. PEPPER'S

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Poucos dias antes do lançamento oficial do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, no dia 19 de maio de 1967, uma pequena festa para a imprensa foi realizada na casa de Brian Epstein - em Chapel Street – 24 - em Londres para apresentar o mais ambicioso projeto dos Beatles até então.
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Cerca de uma dezena de jornalistas e radiodifusores selecionados foram convidados para o evento. Vários fotógrafos também estavam presentes, entre eles Linda Eastman, que havia conhecido seu futuro marido Paul McCartney apenas quatro dias antes.

“Deixei meu portfólio no escritório de Brian Epstein com seu assistente, Peter Brown... Brown entrou em contato comigo e disse que Brian tinha gostado do meu trabalho e me convidou para um lançamento de imprensa para o Sgt Pepper na casa de Brian. Brown também disse que Brian queria comprar cópias de duas das minhas fotos - uma de Keith Moon vestindo uma gravata de renda e uma de Brian Jones na festa do barco dos Rolling Stones. Então eu fui para o lançamento da imprensa onde Sgt Pepper foi tocado pela primeira vez para a mídia, para tirar minhas primeiras fotos dos Beatles. Porque eu estava tão acostumada a trabalhar quase exclusivamente com preto e branco, eu não tinha nenhum filme colorido comigo, e tive que pegar alguns de outro fotógrafo. Eu vendi eventualmente uma cópia colorida dos Beatles desta sessão por $100 e pensei: eu fiz!” – Linda McCartney.
The Beatles promoting Sgt. Pepper, May 19th, 1967.  The Beatles promoting Sgt. Pepper, May 19th, 1967. The Beatles promoting Sgt. Pepper, May 19th, 1967.The Beatles promoting Sgt. Pepper, May 19th, 1967.Paul McCartney promoting Sgt. Pepper, May 19th, 1967.
Os Beatles foram fotografados na sala de Epstein e nos degraus da porta da frente. Aos convidados foram servidos champanhe, salmão escaldado e caviar.

CYNTHIA LENNON – O DIA QUE A FICHA CAIU

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Publicada originalmente em 19 de maio de 2013.
No dia 19 de maio de 1968, John Lennon convidou Yoko Ono para uma noite em sua casa, aproveitando a ausência de sua esposa Cynthia. Em seu estúdio caseiro, John e Yoko gravaram diversos experimentos sonoros que meses depois resultaria no disco “Two Virgins”. Na mesma noite, após fazerem amor pela primeira vez, utilizaram uma câmera com timer para fotografarem a si mesmos nus. Foto que seria usada na capa do disco. No dia 20, pela manhã, Cynthia Lennon chegou em sua casa e encontrou o marido John Lennon e uma japonesa pequenina com um ar arrogante de roupão tomando café na cozinha. E é exatamente sobre esse fatídico episódio que a gente aproveita novamente para conferir um trecho do livro “John” de 2009, escrito pela própria Cynthia Lennon.

O que eu ainda não havia percebido era que a história de John, sua atitude em relação ao casamento e à família eram muito diferentes do meu caso. Ele praticamente nunca tinha visto seus pais juntos: aos 5 anos de idade havia sido abandonado pelo pai — e, ao menos na prática, pela mãe também. O seu próprio pai sofrera da mesma forma. Considerando com que frequência e como costumamos fantasticamente repetir os padrões dos nossos pais, eu deveria, talvez, estar mais preparada para que John abandonasse o seu próprio casamento e seu filho de 5 anos de idade. Contudo, eu era jovem demais, inexperiente demais e otimista demais para considerar isso seriamente. Na viagem para casa, o nosso avião parou em Roma e almoçarnos. Não seria ótimo terminar o dia com um jantar em Londres, depois de ter tomado o café da manhã na Grécia e almoçado em Roma? Nós rimos. — Vamos buscar John para juntar-se a nós — Alex sugeriu que eu lhe telefonasse para avisar que estávamos voltando. Eu falei com ele rapidamente: — Oi, querido, eu já estou chegando. Mal posso esperar para encontrar você. A resposta de John pareceu normal: — Ótimo, vejo você mais tarde. Donovan e Gypsy foram para casa, mas Jennie e Alex vieram comigo até Kenwood para vermos se John gostaria de jantar fora conosco. Nós chegamos às 4 horas da tarde, e eu percebi imediatamente que algo estava errado: a luz da varanda estava acesa, as cortinas ainda estavam fechadas e tudo estava em silêncio. Dot não veio me receber, Julian não apareceu correndo, gritando de felicidade, para me abraçar. O que estava acontecendo? A porta da frente não estava trancada. Nós três entramos e começamos a procurar por John, Julian e Dot. — Onde vocês estão? — eu gritei, ainda esperando que eles surgissem de trás de alguma porta, rindo da peça que haviam pregado em mim. Quando coloquei a mão na porta do solário, tive um súbito tremor de medo. Hesitei por um segundo, depois abri. Dentro da sala, as cortinas estavam fechadas e o ambiente estava na penumbra, de forma que levou um instante para que a minha visão se acostumasse. Quando isso aconteceu, eu congelei. John e Yoko estavam sentados no chão, com as pernas cruzadas e olhando um para o outro perto de uma mesa coberta de pratos sujos. Eles estavam usando os roupões atoalhados que mantínhamos na cabina perto da piscina, então imaginei que haviam dado um mergulho. John olhou para mim sem nenhuma expressão no rosto e disse: — Ah, oi. Yoko não se virou. Eu disse a única coisa em que pude pensar: — Nós pensamos que seria legal jantar em Londres depois de termos almoçado em Roma e tomado café da manhã na Grécia. Você quer vir conosco? A sensação de estupidez dessa pergunta não me deixou em paz desde então. Ao confrontar meu marido com sua amante — que estava usando o meu roupão —, me comportando como se eu fosse a intrusa, a única coisa que pude fazer foi agir como se nada houvesse acontecido. Na verdade, eu estava em choque, e deixei que uma espécie de piloto automático assumisse o controle. Não fazia ideia de como reagir. Estava claro que eles haviam planejado tudo para que eu os encontrasse daquela forma, e era difícil absorver a crueldade da traição de John. A intimidade que pairava entre os dois era assustadora. Senti que existia uma muralha ao redor deles que eu não podia ultrapassar. Nos meus piores pesadelos com Yoko eu nunca imaginara nada como aquilo. Enquanto eu estava parada na porta, como se houvesse criado raízes por causa do choque e da dor que estava sentindo, John disse, indiferentemente: — Não, obrigado. Eu me virei e simplesmente fugi dali.

HAPPY BIRTHDAY PETE TOWNSHEND - 73 ANOS

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Peter Dennis Blandford Townshend, o incomparável Pete Townshend, o lendário guitarrista e fundador do The Who, completa hoje 73 anos, e isso não é brincadeira não! Esse cara já viu tudo e passou por tudo, do melhor ao pior que o rock que ele ajudou a criar pudesse passar. Townshend nasceu nos arredores de Londres no dia 19 de maio de 1945. Para quem gosta de RockTownshend dispensa apresentações: ele é guitarrista, cantor, compositor e escritor mundialmente conhecido e respeitado por seu trabalho com "The Who". Sua carreira com o conjunto se estende por mais de quarenta anos, durante os quais ele progrediu para ser considerado um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos. Townshend é e sempre foi o principal compositor do Who, tendo escrito mais de cem músicas espalhadas pelos álbuns de estúdio do grupo, incluindo trabalhos conceituais e óperas rock como Tommy e Quadrophenia. Embora reconhecido primeiramente como guitarrista, é também cantor e multi instrumentista, tendo gravado com instrumentos como banjo, acordeon, sintetizador, piano, teclado, baixo e bateria, tanto em seus projetos solo e trabalhos do Who quanto em participações em álbuns de outros artistas. Townshend também foi colaborador de diversos jornais e revistas, tendo escrito resenhas, artigos e roteiros, trabalhando também como letrista e compositor para diversos grupos musicais. Foi listado na 3ª colocação da lista de "Melhores Guitarristas" do livro The New Book of Rock Lists de Dave Marsh, em 10° na lista de "50 Melhores Guitarristas" da Gibson.com e em 10° na lista de "100 Melhores Guitarristas de Todos os Tempos" da Rolling Stone.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

THE BEATLES - TELL ME WHY - SHOW!*****

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"Tell Me Why" é uma das melhores músicas dos Beatles do álbum "A Hard Day's Night". Nos EUA, foi lançada tanto na versão americana de "A Hard Day's Night" quanto no álbum "Something New". Creditada a Lennon e McCartney, foi escrita apressadamente por John Lennon para entrar no filme e foi gravada em oito takes em 27 de fevereiro de 1964.

"Tell Me Why" foi apresentada no filme A Hard Day's Night como parte da sequência do 'show ao vivo no estúdio', filmada no Scala Theatre, em Londres, em 31 de março de 1964. Isso marca a única vez que a música foi tocada em frente a uma plateia ao vivo, composta por 350 jovens figurantes, um dos quais era Phil Collins, então com treze anos, que mais tarde tocaria bateria no Genesis.


WONDERWALL - O FILME - 1968

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No dia 17 de maio de 1968, George, Ringo, Pattie e Maureen compareceram à estreia do filme "Wonderwall" estrelado pela belíssima Jane Birkin em Cannes. O filme tem a trilha sonora composta por George, que a gente confere AQUI, juntamente com o disco "Eletronic Sound". E no link, a gente confere a postagem do filme, publicada em 18 de maio de 2013: WONDERWALL - O FILME - 1968 - SENSACIONAL!

PAUL McCARTNEY - THE WORLD TONIGHT

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Também no dia 17 de maio, só que de 1997, o álbum “Flaming Pie” de Paul McCartney alcançou o 1º lugar na Inglaterra. Nos EUA, a VH-1 exibe um especial sobre Paul intitulado "Paul McCartney's Town Hall Meeting", onde são mostrados os vídeos de "The World Tonight", "Wings Over The World" e "Rockshow". Um dia antes, 16, a mesma VH-1 exibiu o programa "Paul McCartney - In The World Tonight". Não deixe de conferir a super postagem PAUL McCARTNEY - FLAMING PIE – 2017, e aqui, a gente confere mais uma vez, o videoclipe da música "The World Tonight" e logo abaixo os primeiros 40 minutos do programa. A versão completa, disponível no YouTube está bloqueada para compartilhamentos. Uma pena, nunca vou entender isso!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

PAUL McCARTNEY - MRS. VANDEBILT - DEMAIS!*****

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Paul foi entrevistado pela filha Mary para o especial Wingspan - An lntimate Portrait, de 2001, em uma locação histórica na rua 95 em Nova Iorque. A filmagem aconteceu na The House of the Redeemer, que pertenceu à tataraneta de Cornelius Vanderbilt, um dos inspirado­res do título da canção “Mrs. Vandebilt”.

A história de “Mrs. Vandebilt", é simples - e tem mais a ver com o conteúdo da letra do que com seu título. Paul adaptou uma das ex­pressões do comediante inglês Charlie “Cheerful" Chester: "living in a pre-fab, no rent" (vivendo em uma casa pré-fabricada sem pagar alu­guel) para “down in the jungle, living in a tent, you don’t use money you pay no rent" (vivendo em uma tenda na floresta você não precisa de dinheiro para pagar aluguel). Paul comenta sobre a ideia dos versos: “Essa foi gravada quando a cidade foi atingida por um blecaute. De repente, tudo ficou escuro e nós precisamos ligar o gerador de energia da EMI, torcendo para que o barulho do aparelho não vazasse nos microfones... No fim, estávamos rachando de tanto rir. Gostamos do efeito, e adi­cionamos mais gargalhadas quando finalizamos o disco em Londres”. Além do tom bem-humorado, a letra de “Mrs. Vandebilt” também retoma o tema de “Mamunia", sobre a importância de se aproveitar a vida sem se preocupar muito com coisas mais supérfluas. Gravada ini­cialmente em Lagos, nos estúdios da EMI, Paul tocou bateria e violão, acompanhado por Denny Laine na guitarra e Linda nos teclados. De volta ao A.I.R. Studios, a banda acrescentaria os demais instrumentos ao arranjo: Paul tocando contrabaixo e piano elétrico, além do solo de guitarra e dos vocais finais, juntamente com Denny e Linda. Howie Casey contribui com o solo de saxofone. Depois de ser apresentada em formato acústico no especial Wingspan, “Mrs. Vandebilt” seria tocada ao vivo pela primeira vez em 14 de junho de 2008 em Kiev, na Ucrânia. A música foi selecio­nada pelo voto dos fãs locais. A batida, ligeiramente no estilo da mazurka, talvez explique a preferência dos ucranianos. Fonte do texto: "Masters - Paul McCartney em discos e canções" de Claudio Dirani.

OS SELOS EM HOMENAGEM A JOHN LENNON

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Esta postagem deveria ser publicada somente em 8 de dezembro, mas como ainda está muito longe, vai hoje mesmo!
No dia 8 de dezembro de 1985, a lenda do rock e ex-Beatle John Lennon foi homenageado pela ocasião do 15º aniversário de sua morte, com a emissão de selos postais por oito nações com sua imagem, o maior tributo postal para qualquer indivíduo. Dion DiMucci (Dion and the Belmonts), Peter Noone (Herman's Hermits), Mary Wilson (the Supremes) e Billy J. Kramer (Dakotas) estavam presentes no Hard Rock Café, em Manhattan, para as cerimônias de inauguração do selo. Oito países - Nicarágua, Gana, Mali, Guiana, Palau, Azerbaijão, Antígua / Barbuda e República das Maldivas - emitiram simultaneamente selos representando Lennon em vários estágios de sua carreira, que ganhou fama com os Beatles no início dos anos 60 e depois teve uma carreira solo de sucesso. Os palestrantes, incluindo o disc-jóquei Bruce Morrow, que já se chamou de "quinto Beatle", e o promotor Sid Bernstein, que contratou o grupo para o Shea Stadium em 1965, repetidamente se referiram ao trabalho de Lennon pela paz mundial. Peter Noone, líder do grupo dos anos 60 Herman's Hermits disse: "Vivemos em um mundo louco, onde parece que todos os homens de paz são assassinados. O Primeiro-ministro israelense (Yitzhak) Rabin mais recentemente, John Lennon, Anwar Sadat, Martin Luther King, qualquer um que grita “Dê uma chance à paz” é morto por algum maníaco”.
"O rock 'n' roll, no seu melhor, proclama a liberdade individual e uma busca por metas mais altas", disse Dion DiMucci, que alcançou o estrelato como líder de Dion and the Belmonts. Além de ser um proponente da paz e do amor, John Lennon era um buscador da verdade. Os selos são um pequeno sinal visível daquela realidade superior, lugar sobre o qual Lennon falou em suas canções. "Nunca tantas nações se envolveram em uma homenagem tão abrangente a um indivíduo", disse o presidente do IGPC, Sam Malamud. A coleção inteira - folhas de edição limitada de 16 selos de cada uma das nações - com exceção da edição das Maldivas, que é uma série de seis selos – na época, podia ser comprada por US $ 39,95 cada folha. O Serviço Postal dos EUA não esteve envolvido no Tributo Postal de Lennon porque ele não era cidadão americano.

GEORGE HARRISON - ALL THOSE YEARS AGO*****

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"All Those Years Ago" é uma música escrita e gravada por George Harrison, lançada como single do álbum "Somewhere in England" de 1981 . A música é uma homenagem a John Lennon, assassinado em dezembro de 1980. Foi lançada em 11 de maio de 1981, nos Estados Unidos, onde ficou por 3 semanas como número 2 na lista Hot 100 da Billboard, e em 15 de maio de 1981, no Reino Unido, onde alcançou o número 13 no UK Singles Chart . Além disso, "All Those Years Ago" ficou por uma semana em número 1 no “American adult contemporary chart”, primeira (e única) vez que Harrison apareceu nessa lista nesta posição. Também foi incluída em duas coletâneas: “The Best Of Dark Horse 1976-1989” e “Let It Roll: Songs by George Harrison”, e também numa versão ao vivo no álbum “Live In Japan”.
Originalmente Harrison escreveu a música com letra bem diferente da que conhecemos para Ringo Starr gravar. Esta gravação ocorreu entre 19 e 25 de novembro de 1980 e acabou não dando certo. Depois da morte de Lennon, Harrison resolveu gravar novamente. A letra foi modificada de forma a refletir uma homenagem ao amigo tragicamente assassinado. A gravação final da música foi realizada com participações dos três Beatles restantes (Harrison, Starr e Paul McCartney), mas as partes foram gravadas separadamente. Desde o início, ficou claro que a canção seria lançada expressamente como single de George Harrison. As partes de Paul McCartney, sua esposa Linda e Denny Laine foram gravadas no A.I.R. Studios em Montserrat, onde preparavam o álbum Tug Of War, entre fevereiro e março de 1981. Esta foi a primeira vez que Harrison, McCartney e Starr "gravaram" juntos desde quando (sem Lennon) trabalharam na música "I Me Mine", do álbum Let It Be dos Beatles e também seria a última vez que os três iriam gravar juntos até as sessões de "Free as a Bird" e "Real Love" para o projeto Anthology, em meados da década de 1990.

BOHEMIAN RHAPSODY - A HISTÓRIA DO QUEEN NO CINEMA

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Fãs do QUEEN podem comemorar, ou então chorar muito e arrancar os cabelos de ódio, ou ainda cometer o Arakuru: finalmente, a tão aguardada cinebiografia "Bohemian Rhapsody", sobre a história de Freddie Mercury, ganhou seu primeiro teaser e um trailer foi divulgado esta semana. A prévia foi divulgada pelo próprio canal da banda no YouTube. “A única coisa mais extraordinária que sua música, é sua história”, diz a chamada para o longa, previsto para ser lançado somente em 2 de novembro."Bohemian Rhapsody" vai retratar a trajetória do Queen sob a ótica do vocalista Freddie Mercury, falecido em 1991. O filme conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor). Os próprios Brian May e Roger Taylor aparecem como produtores executivos do filme. No trailer é possível ver Rami Malek, protagonista da série de TV "Mr. Robot", transformado em todas as fases de Mercury: do artista de cabelos longos e roupas extravagantes e também com o icônico bigode, usando camiseta regata e calça branca."Bohemian Rhapsody" deve contar a história de como o grupo ficou conhecido pelo mundo desde o início de sua ascensão, na década de 1970. Bryan Singer ("X-Men") estava responsável pela direção, mas depois de sua ausência e total desinteresse nas gravações e ainda em desarmonia com a equipe, foi demitido e substituído por Dexter Fletcher, que entrou para a equipe técnica durante a fase de pós-produção. O roteiro é de de Anthony McCarten (A Teoria de Tudo).Ai, ai. Eu do lado de cá do meu PLANETA BEATLES, torço pelos fãs do Queen para que esse filme não seja um desastre internacional daqueles que entram para a história de tão ruins! Para mim, que nem sou fã, acho logo de cara que o ator escolhido para protagonista não tem 10% do carisma e o sex appeal que o incomparável Mercury tinha. Acho que se tivessem feito um puta de um documentário, como é próprio para esses novos tempos, teria sido mais interessante que um filme com atores. Mas...

THE BEATLES - REVOLUTION**********

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domingo, 13 de maio de 2018

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - Fanstastic!

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PURE McCARTNEY - FULL ALBUM

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Pure McCartney é a quarta coletânea da carreira de Paul McCartney, lançada em 10 de junho de 2016. A coleção traz canções do músico lançadas entre 1970 e 2015, na intenção de ser uma retrospectiva de sua carreira musical. A versão standart reuniu, em formato duplo, 39 músicas. A deluxe, por sua vez, somou 67 canções em quatro álbuns. A seleção deu prioridade a discos aclamados de Paul, como Ram (1971), Band on the Run (1973), Flaming Pie (1997) e Chaos and Creation in the Backyard (2005). Ficaram de fora: Flowers in the Dirt (1989) e Driving Rain (2001).

sexta-feira, 11 de maio de 2018

THE BEATLES - BIRTHDAY - SENSACIONAL!!!**********

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"Birthday" é a música de abertura da segunda metade do álbum The Beatles, ou "Álbum Branco", de 1968, que este ano, em novembro, completa 50 anos. Composta por Paul McCartney, creditada a Lennon e McCartney, teria surgido de uma jam no estúdio e marca o retorno dos Beatles à tradicional forma do rock and roll, apesar de suas composições terem aumentado em complexidade e terem desenvolvido características próprias e originais nesse ponto. Paul tocou a melodia básica ao piano, cujo início era baseado na introdução de "Just A Little Bit"  de Rosco Gordon de 1960. John Lennon diz que McCartney estava pensando em "Happy, Happy Birthday", um hit de 1957, de Tuneweavers, mas queria produzir algo contemporâneo e rock'n'roll. Depois, George, John e Ringo acrescentaram os acompanhamentos.
Durante a noite, os quatro fizeram uma pausa e foram para a casa de Paul em Cavendish assistir à estreia na televisão de “The Girl Can’t Help It” de 1956, que iria passar pela primeira vez na BBC de Londres no horário nobre, estrelado por Jayne Mansfield e com músicas de Fats Domino, Gene Vincent, The Treniers, The Platters, Little Richard e Eddie Cochran. Chris Thomas, o co-produtor do disco, disse: "Eu tinha avisado Paul uns 2 dias antes sobre a exibição do filme, então a ideia era fazer uma pausa, ir para a casa de Paul em Cavendish Avenue assistir ao filme e depois voltar ao trabalho”. De volta ao estúdio, todos empolgados pela energia transmitida pelo filme, terminaram a música inteira. Compuseram, ensaiaram e gravaram, tudo feito em um dia. “Você diz que é o seu aniversário, bem, é meu aniversário também. Vamos passar um tempo legal, estou feliz que é seu aniversário. Sim, nós vamos para uma festa. Eu gostaria de dançar, me dê essa chance”. Sobre a letra, McCartney disse o seguinte: "Aquilo foi meio a meio, John e eu, fazendo a canção e gravando tudo na mesma noite. Eu não me lembro de ser o aniversário de ninguém em particular, mas vendo por outro lado é uma música que se refere a tradições como o Natal ou aniversários, isso traz vida à canção, será ótima porque as pessoas vão colocar para tocar em festas e cantar em aniversários e é boa para dançar”. E doze anos depois, John Lennon disse: "Paul queria escrever algo sobre aniversários, então ele fez a dele. É uma porcaria, mas tem um som interessante: colocamos o piano num amplificador de guitarra e um efeito tremolo, o que acho que foi a primeira vez que fizemos"Birthday é um dos melhores e mais poderosos rocks criados pelos Beatles e contém uma das melhores performances vocais de McCartney no Álbum Branco. Asolutamente genial!

BADFINGER - BETTER DAYS - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!**********

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Não haveria dia mais apropriado!

BOB MARLEY - SUPERSTAR DO 3º MUNDO

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Esta postagem foi publicada originalmente em 6 de fevereiro de 2012. Como hoje completa 37 anos da morte do grande Bob Marley, a gente deu uma repaginada. Ras Rasta! Valeu! 
Robert Nesta Marley, o grande Bob Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945, em Saint Ann, Jamaica. O cantor, guitarrista e compositor foi, e ainda é, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero em todo o planeta. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira como divulgava a religião através de suas músicas. Filho de Norval Sinclair Marley, um militar branco, capitão do exército inglês e Cedella Booker, uma adolescente negra vinda do norte do país. Cedella e Norval estavam de casamento marcado para 9 de julho de 1944. No dia seguinte ao seu casamento, Norval a abandonou, porém continuou dando apoio financeiro para ela e o filho. Raramente os via, pois estava constantemente viajando. Após a morte de Norval em 1955, Marley e sua mãe se mudaram para Trenchtown, uma favela de Kingston, onde o garoto era provocado pelos negros locais por ser mulato e ter baixa estatura (1,63 m). Bob teve uma juventude muito difícil, e isso o ajudou a ter personalidade e um ponto de vista bastante crítico sobre os problemas sociais. O trabalho de Bob Marley foi amplamente responsável pela aceitação cultural da música reggae fora da Jamaica. Ele assinou com o selo Island Records, de Chris Blackwell, em 1971, na época uma gravadora bem influente e inovadora. Foi então, com No Woman, No Cry em 1975, que ele ganhou fama mundial. Bob Marley deixou a Jamaica no final de 1976 e foi para a Inglaterra, onde gravou os álbuns Exodus e Kaya e onde também foi preso por de maconha. Ele lançou a música Africa Unite no álbum Survival em 1979, e então foi convidado a tocar nas comemorações pela independência do Zimbabwe em 17 de abril de 1980. Em julho de 1977 Marley descobriu uma ferida no dedão de seu pé direito, que ele pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. A ferida não cicatrizou, e sua unha posteriormente caiu; foi então que o diagnóstico correto foi feito. Marley na verdade sofria de uma espécie de câncer de pele que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos o aconselharam a ter o dedo amputado, mas Marley recusou-se devido aos princípios rastafaris que diziam que os médicos são homens que enganam os ingênuos, fingindo ter o poder de curar. Ele também estava preocupado com o impacto da operação em sua dança; a amputação afetaria profundamente sua carreira no momento em que se encontrava no auge. Na verdade, a preocupação de Bob Marley era quanto à amputação de qualquer parte de seu corpo, seja o dedo do pé ou suas rastas. Para os seguidores dessa religião/filosofia, não se deve cortar, aparar ou amputar qualquer parte do corpo. Marley então passou por uma cirurgia para tentar extirpar as células cancerígenas e sua doença foi revelada para seu público. O câncer espalhou-se para seu cérebro, pulmão e estômago. Durante uma turnê no verão de 1980, numa tentativa de se consolidar no mercado norte-americano, Marley desmaiou enquanto corria no Central Park de Nova Iorque. Isso aconteceu depois de uma série de shows na Inglaterra e no Madison Square Garden, mas a doença o impediu de continuar com a grande turnê agendada. Marley procurou ajuda, e decidiu ir para Munique para tratar-se com o controverso especialista Josef Issels por vários meses, não obtendo resultados.

Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana. Ele queria passar seus últimos dias em sua terra natal, mas a doença se agravou durante o vôo de volta da Alemanha e Marley teve de ser internado em Miami. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, Flórida, com apenas 36 anos. Seu funeral na Jamaica foi uma cerimônia digna de chefes de estado, com elementos combinados da Igreja Ortodoxa da Etiópia e do Rastafarianismo. Ele foi sepultado em uma capela em Nine Mile, perto de sua cidade natal, junto com sua guitarra favorita, uma Fender Stratocaster vermelha.

Bob foi casado com Rita Marley, uma das "I Threes", que passaram a cantar com os "Wailers" depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiu carreira musical.
A música e a lenda de Bob Marley ganharam mais e mais força desde sua morte, e continuam a render grandes lucros para seus herdeiros. Também deu a ele um status mítico, similar ao de Elvis Presley e John Lennon. Marley é enormemente popular e bastante conhecido ao redor do mundo, particularmente na África e na América Latina. É considerado por muitos como o primeiro Popstar do Terceiro Mundo. Após a sua morte, a data de seu aniversário, 6 de fevereiro, foi decretado feriado nacional na Jamaica.
No final dos anos 1970, a música No Woman, No Cry, ganhou uma versão em português feita pelo baiano Gilberto Gil. Ela virou "Não Chore Mais", se tornando um sucesso do tipo arrasa-quarteirão. Bob Marley esteve no Brasil uma única vez, em março de 1980.
Esta foto clássica de George Harrison e Bob Marley foi tirada em 13 de julho de 1975, nos bastidores do Teatro Roxy, em Los Angeles, Califórnia. Tendo ouvido que George era um fã da música de Marley, o presidente da Island Records, Charley Nuccio convidou George para o show para o show e conhecer Marley. Quando ele disse que George Harrison estava nos bastidores, Marley visivelmente iluminou-se e disse, "Ras Beatle!"

ERIC BURDON – O ANIMAL COMPLETA 77 ANOS!

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O grande Eric Burdon (Eric Victor Burdon) nasceu no dia 11 Maio de 1941 em Walker, Newcastle, Inglaterra. Membro fundador dos “Animals”, banda formada no começo da década de 1960 e que foi uma das principais durante a chamada “invasão inglesa”, liderada primeiro pelos Beatles, seguidos dos Rolling Stones, Kinks e The Who.Burdon foi a voz de todos os clássicos imortais dos Animals como "The House of Rising Sun", "Good Times", "Don’t Let Me Be Misundestood", "Bring It To the Home", "A girl Named Sandoz" e todos os outros. A mistura do blues e rock fazia dos Animals elementos únicos na cena Rock/Pop britânica. Depois de inúmeras trocas de formação, a banda passou a ser conhecida como “Eric Burdon and the New Animals”. Quando terminaram, Burdon se juntou à banda californiana de funk, rock e blues “War”, resultando no hoje clássico álbum “Eric Burdon Declares War”. Em 1971 Eric Burdon seguiu sua carreira solo, lançando o álbum Guilty. No período de 1976 a 1983 ele reuniu a formação original dos Animals, mas não conseguiu seguir adiante com ela. Hoje, o “pequeno-grande-homem” continua gravando discos e ainda excursionando. Parabéns, Animal! Ah, uma pequena curiosidade: Na música "I Am The Walrus", John Lennon faz uma referência a Burdon, por em evento no qual uma de suas namoradas quebrou ovos em seu peito durante o sexo. Burdon contou o ocorrido para Lennon, que achou graça e passou a chamá-lo de "eggman".

quinta-feira, 10 de maio de 2018

THE BEATLES - ANTHOLOGY HIGHLIGHTS - MUITO BOM!

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Finalizado com as primeiras "novas" gravações dos Beatles desde a dissolução da banda em 1970, esse "disquinho" danado de bom – “Anthology Highlights” (até o nome é ótimo!) dá um incrível panorama do processo criativo do grupo e seu desenvolvimento artístico. Lançado em junho de 2011, esta coleção de 23 faixas segue a banda desde as gravações mono e início de sessões ao vivo até os out-takes e sessões de estúdio do meio de seu período psicodélico, culminando com a varrição, o “live-in-the-studio”, e os grooves soul de seus anos finais. Uma compilação exclusiva do iTunes com os destaques do Anthology 1, 2 e 3, (sendo que algumas tomadas são takes diferentes dos que aparecem nesses álbuns). Neste “disco”, também aparecem as duas ‘novas’ faixas dos Beatles “Free As A Bird” e “Real Love”. Até hoje, o “Anthology Highlights” nunca esteve disponível em CD ou vinil, mas já esteve disponível aqui no Baú para download em 2012. Abençoados aqueles que baixaram.